Autores

Adalberto Müller (Junior) nasceu em Ponta Porã, na fronteira com o Paraguai. É nômade desde os 16 anos, tendo vivido em Campo Grande, Campinas, Brasília, Curitiba, São Paulo, Köln e Münster. Desde 2009 vive no Rio de Janeiro. Doutor em Letras pela USP, atuou e/ou atua como professor de Literatura e de Cinema em algumas universidades (UFPR, UTP, UnB, Lyon2, UFF); pesquisador do CNPq (Bolsa PQ) em Literatura e Cinema, e membro do Conselho da SOCINE; roteirista e diretor de cinema, realizou, em 2008, o curta-metragem Wenceslau e a árvore do gramofone, baseado em poemas de Manoel de Barros, e agora prepara um documentário sobre Benedito Nunes; tradutor de poesia, publicou traduções de Francis Ponge (O partido das coisas, A mimosa), de E.E. Cummings (O tigre de veludo, indicado ao Prêmio Jabuti), de Paul Celan (Revista Oroboro) e de Jan Brossa (Revista Zunái); poeta, publicou poemas em revistas como Coyote, Poesia sempre e Inimigo rumor, além dos livros Ex officio(Paris, 1995) e Enquanto velo teu sono (7Letras, 2003). Pela Oficina Raquel, publicou Escrita das cinzas, silêncio do fogo.

Alberto Pucheu, nascido em 1966, é poeta, ensaísta e professor de Teoria Literária da UFRJ. Publicou pela Oficina Raquel O amante da literatura.

Alex Castro nasceu em 1966, na cidade de Santarém, no Pará. Abandonou cedo a escola para ganhar o mundo: conheceu os cinco continentes e já trabalhou como marinheiro e marceneiro, palhaço e podólogo, cabelereiro e cobrador, entre outros. Atualmente, vive em Porto Seguro, Bahia, com seu companheiro Luiz Biajoni, onde  juntos criam tartarugas e coordenam a ONG Macuco. Publicou, pela Oficina Raquel, Onde perdemos tudo.

André Dick nasceu em Porto Alegre (RS), em 1976. Publicou dois livros de poesia, Grafias (Porto Alegre: Instituto Estadual do Livro, 2002) e Papéis de parede ( Juiz de Fora: Funalfa; Rio de Janeiro: 7Letras, 2004). Também organizou A linha que nunca termina: pensando Paulo Leminski (Rio de Janeiro: lamparina, 2005), junto com Fabiano Calixto, e  Signâncias: reflexões sobre Haroldo de Campos (São Paulo: Risco Editorial, 2010). Em 2008, recebeu a Bolsa de Estímulo à Criação Literária da Funarte, pelo livro O equilíbrio do dia. Tem um livro de traduções, Poesias de Mallarmé (a sair pela Lumme Editor). Participa das antologias Na virada do século: poesia de invenção no Brasil (São Paulo: Landy, 2002), organizada por Claudio Daniel e Frederico Barbosa, e Antologia da poesia brasileira no início do terceiro milênio (Vila Nova de Gaia: 7 dias, 6 noites, 2008), organizada por Claudio Daniel. Tem doutorado em Literatura Comparada, com tese sobre Stéphane Mallarmé, pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Também publicou artigos e ensaios nos sites de literatura Cronópios e Zunái, no Jornal do Brasil (Rio de Janeiro) e no Correio das Artes (Paraíba). Com Nicole Cristofalo, publica ensaios e traduções no blog Dado Acaso (dadoacaso.blogspot. com). Pela Oficina Raquel, publicou Calendário, livro que ganhou o Prêmio Açorianos de Literatura de 2011 na categoria poesia.

Bolívar Torres nasceu em Porto Alegre, em 1981, mas reside no Rio de Janeiro. Tem trabalhos publicados nos principais suplementos culturais do país. Foi repórter e editor do Caderno B, do Jornal do Brasil, e atualmente edita o Portal Literal. Publicou contos nas antologias 101 conta e Oficina 33. O cronista é o seu primeiro livro.

Carlota Pires é cearense radicada no Rio de Janeiro desde 1991, tornando-se carioca e botafoguense de coração. Encontrou no mergulho autônomo de open water o princípio de sua “respiração” poética…Formou-se em Letras pela UERJ, e defendeu sua Tese de Doutorado em Literatura Comparada em 2007. De lá para cá, vem dividindo as 24 horas do dia entre o Ter de um sedutor exercício de escrita, e o sagrado ofício do Ser mãe do João Marcos. Lançado em 2012, Abismos paralelos, é seu livro de estreia.

Danilo Bueno nasceu em Mauá, São Paulo em 1979. Reside na cidade de São Paulo desde 2006. Publicou a plaquete Fotografias (Alpharrabio Edições, 2001) e o volume crivo (Alpharrabio Edições e Fundo de Cultura do Município de Mauá, 2004), menção honrosa no prêmio Redescoberta da Literatura Brasileira – 2001, promovido pela Revista Cult. Formou-se na Faculdade de Direito de São Bernardo do Campo e atualmente é mestrando em Letras no programa de Literatura Portuguesa da Universidade de São Paulo (USP). Corpo sucessivo, seu terceiro livro, foi publicado pela Oficina Raquel.

Fernando Miranda– nasceu no Rio de Janeiro, a 6 de julho de 1979. Torce para o Fluminense FC. Publicou, em 2012, Transdialogia, livro em que percorre textos de Kant, Ungaretti, Bandeira, Paul Celan, Bernardo Soares, Chopin, Zé Roberto e Maffei.

Jorge Fernandes da Silveira é professor titular da Universidade Federal do Rio de Janeiro e um dos mais destacados ensaístas literários no âmbito dos estudos de literatura portuguesa. É autor de, entre outros, Portugal – Maio de Poesia 61(INCM), O Tejo é um rio controverso – António José Saraiva contra Luís Vaz de Camões (7Letras) e Verso com verso, reunião de boa parte de sua produção ensaística, editado pela Angelus Novus, de Coimbra. Há mais de quarenta anos militando na UFRJ, é responsável direto pela formação de diversos pesquisadores e professores brasileiros de literatura portuguesa. Pela Oficina Raquel, lançou, em 2011, Dez Campos.

Julia Pastore cursa Letras pela UFRJ. Publicou Lugar comum Você não lê pela Oficina Raquel. Faz um trabalho artístico como grupo Assalto poético.

Karl Erik Schøllhammer possui graduação em Língua e Literatura Nórdica (1975), Língua e Literatura Espanhola (1981) e doutorado em Semiótica e Literatura Latino-americana pela Aarhus Universitet (1991). Atualmente é professor associado da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro. Tem experiência na área de Letras, com ênfase em Teoria Literária, atuando principalmente nos seguintes temas: literatura contemporânea, literatura comparada, literatura brasileira, teoria da literatura e estudos culturais. Possui vários livros publicados. Dentre eles, a antologia de análise literária e estética, organizada em conjunto com Tania Sarmento-Pantoja, Memórias do presente.

Lucia Helena tem mais de 13 livros publicados, dentre os quais Nem musa nem medusa: itinerários da escrita em Clarice Lispector e Ficções de desassossego: fragmentos da solidão contemporânea. Concluiu o Doutorado em Letras (Ciência da Literatura) pela Universidade Federal do Rio de Janeiro em 1983. Realizou o Pós-Doutorado em Literatura Comparada na Brown University, em 1989. É aposentada do departamento de Ciência da Literatura da UFRJ, onde lecionou Teoria da Literatura até 1992. Atualmente é professora titular da Universidade Federal Fluminense. É pesquisadora 1-A do CNPq. Recebeu, em 2010 o II Prêmio UFF de Excelência Científica na área de Ciências Humanas e Sociais Aplicadas. Pela Oficina Raquel, lançou Náufragos da esperança: a literatura na época da incerteza.

Luis Maffei é professor de literatura portuguesa da UFF, ensaísta e tem quatro livros de poesia publicados: A, em 2006, e Telefunken, em 2008, cuja edição portuguesa, da editora Deriva, data de 2009. 38 círculos é todo centrado na campanha do Vasco na série B de 2009. Pulsatilla é seu quarto livro de poemas, lançado em 2011. Acaba de lançar, com Nei Lopes e Mauricio Murad, Contos da Colina – 11 ídolos do Vasco e sua imensa torcida bem feliz. Coordena, para a Oficina Raquel, a coleção Portugal, 0. É professor de literatura portuguesa da UFF

Luís Quintais nasceu em 1968 em Angola. Antropólogo, ensaísta e poeta. Como antropólogo tem vindo a trabalhar sobre as relações entre cognição, biotecnologias e bioarte. Tem ensaios publicados em diversas publicações, destacando-se ainda o ensaio sobre a psiquiatria forense em Portugal na primeira metade do século XX, Franz Piechowski ou a analítica do arquivo (2005, Lisboa, Livros Cotovia). O terceiro volume da coleção Portugal,0, dedicada à poesia contemporânea portuguesa, traz uma seleção de seus poemas.

Marcelo F.Oliveira é escritor e advogado. Cursa atualmente mestrado em Teoria Literária e Literatura Comparada na USP, abordando em sua pesquisa as diferentes leituras de utopia presentes no livro A Rosa do Povo de Carlos Drummond de Andrade. Já publicou contos, poemas e crônicas em antologias e revistas. Cesura é o seu livro de estreia.

Marcos Pache, um poeta jovem preocupado em registrar o estranho equilíbrio entre desespero e esperança, brutalidade e delicadeza, banalidade e grandeza, tédio e excitação que em sua chave de leitura do mundo forma a experiência humana atual. Pasche vira seu olhar para o cotidiano, para a vida presente dos homens presentes, e tenta processá-la com ironia e compaixão quase românticas. Lançou, pela Oficina Raquel, Acostamento.

Marisa Oliveira é Bacharel em Comunicação Social pela Universidade Federal Fluminense, Mestre em Comunicação pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. Jornalista, redatora, escritora. Tem dois contos publicados: “E Chico Buarque voltou para casa” (Contos do Rio, Bom Texto, 2005 – conto selecionado no primeiro concurso de contos promovido pelo Jornal O Globo) e “Propriedade de Jesus”. (Testemunho IV & Prosa e Verso, Oficina do Livro, 2002). Recentemente, lançou, pela Oficina Raquel, o livro infanto-juvenil Guga Niquim: o menino-homem-onça.

Mauricio Chamarelli Gutierrez nasceu em 1984, no Rio de Janeiro, onde mora até hoje. Escreve. Publicou em 2006 o livro Corpo Tênue, pela Editora Oficina Raquel. Estuda alguma literatura e alguma filosofia no mestrado em Poética na UFRJ. Torce pelo Botafogo. Largo, seu segundo livro, foi publicado pela Oficina Raquel.

Mauricio Murad, além de romancista, é professor da Universo e lecionou durante vários anos na UERJ; é um dos mais destacados pesquisadores brasileiros na área da sociologia do esporte, na qual milita com livros e artigos acadêmicos de grande relevância.  Acaba de lançar pela Oficina Raquel, em conjunto com Nei Lopes e Luis Maffei, Contos da Colina – 11 ídolos do Vasco e sua imensa torcida bem feliz.

Mayara R. Guimarães é professora de Literatura Brasileira da Universidade Federal do Pará. Até 2012, foi bolsista-pesquisadora de pós-doutoramento, com bolsa PRD da Faperj, e, nessa condição, atuou como professora de Teoria Literária junto ao Departamento de Ciência da Literatura da Faculdade de Letras da UFRJ. É mestre e doutora em Literatura Brasileira pela UFRJ. Recentemente,  organizou o livro de ensaios No meio dia verde do agora: formas do contemporâneo na literatura brasileira.

Nei Lopes é compositor, escritor e estudioso da cultura afro-brasileira, tendo vastíssima produção literária e artística; em novembro de 2005, recebeu do governo brasileiro a Ordem do Mérito Cultural, no grau de comendador, e foi premiado como Homem de Ideias, pelo suplemento Ideias, do Jornal do Brasil, em 2009. Acaba de lançar pela Oficina Raquel, em conjunto com Mauricio Murad e Luis Maffei, Contos da Colina – 11 ídolos do Vasco e sua imensa torcida bem feliz.

Nelson Sargento é  cantor, compositor, artista plástico, ator e escritor.  Publicou Prisioneiro do Mundo pela primeira vez em 1994 e para comemorar seus 80 anos, publicou, pela Olho do tempo, o livro Pensamentos. Em 2012, lança novamente Prisioneiro do Mundo pela Oficina Raquel. Agora, com alterações em diversos textos, inclusão de vários novos e montagem cuidadosa, temos um livro verdadeiramente novo.

Pedro Eiras nasceu no Porto em 1975. É Professor de Literatura Portuguesa na Faculdade de Letras da Universidade do Porto, onde se licenciou e doutorou. Desde 2001, publicou peças de teatro, ficções e ensaios. Com Esquecer Fausto, ganhou o Prémio PEN Clube Português de Ensaio em 2006. Teve peças de teatro traduzidas e publicadas em França e na Roménia, encenadas ou lidas em Portugal, França, Grécia, Eslováquia, Roménia, Brasil. O quarto volume da coleção Portugal,0, dedicada à poesia contemporânea portuguesa, traz uma seleção de seus poemas.

Renato Mazzini nasceu em Março de 1982, em Santa Fé do Sul, interior de SP, onde ainda vive. É bacharel em Direito e trabalha como professor de inglês. Publicou poemas em alguns lugares da web e em veículos impressos. Pela Oficina Raquel, lançou Paisagem com dentes.

Roberta Ferraz nasceu em São Paulo, em 14 de novembro de 1980. Viveu a infância no interior. De volta à capital, formou-se em Letras (PUC-SP) e História (USP) e fez mestrado em literatura portuguesa (USP). Publicou em 2003 seu primeiro livro, de contos, Desfiladeiro. lacrimatórios, enócoas é seu primeiro livro de poesia. Atualmente vive orbitada em suas paixões por astrologia, mitos, ciganos, gatos e café, enquanto espera a chegada de Saturno.

Roberto Bozzetti, carioca de março de 1956, professor universitário, mora em Niterói desde 1979, atualmente em Mendes. Repele a ideia de que qualquer das informações acima tenha alguma coisa a ver com a misantropia que ciosamente cultiva, achando mais razoável atribuí-la ao parentesco com orangotangos, esses desde Darwin pelo menos, semelhantes e irmãos – embora não leitores, como talvez Baudelaire apreciasse. Tem muito orgulho também, do parentesco com os bonobos, embora o máximo que tenha conseguido de próximo seja ter sido binubo. Publicou, pela Oficina Raquel, Firma irreconhecível.

Roberto Corrêa dos Santos pesquisa e leciona hoje, acionando seu constante trabalho em arte (o fazer, o estudo de), de modo exclusivo, no Instituto de Artes da UERJ, onde atua nas áreas de Teoria da Arte e de Estética; vem escrevendo sobre uma teoria da arte que bem recentemente começou a ser construída, em grande parte, pelas próprias obras artísticas, de maneira distante das normas discursivas e metodológicas das disciplinas, isto é, segundo processos adisciplinares; além de vir operando performances e livros-de-artista, quem-aqui tem tais atividades como objeto de investigação: tudo aproxima-se do que chama de (e exerce) Clínica de Artista, exposta em textos tantos e, especialmente, no livro Modos de saber, Modos de adoecer: o corpo, a arte, o estilo, a vida, o exterior (EdUFMG). Convive com os amigos, de histórias muitas, gentis, acolhedores, sábios – acordos de existências, alegres partilhas. Fantasmas do futuro luxo noturno, segundo volume da coleção Canace, foi publicado em 2011.

Ronaldes de Melo e Souza nasceu em Grupiara, município de Estrela do Sul, no Triângulo Mineiro, em 1946. No final dos anos 60 mudou-se para Brasília para estudar no Centro de Estudos Clássicos da UnB, extinto pouco depois. Tornou-se estudante de Letras na mesma universidade, e posteriormente professor de Literatura Brasileira e Teoria da Literatura. Aposentando-se na UnB em 1995, veio para o Rio de Janeiro. Prestou concurso para a UFRJ, onde até hoje leciona Literatura Brasileira, para a Graduação e a Pós-Graduação. Recentemente publicou, pela EDUERJ, os livros O romance tragicômico de Machado de Assis (2006), A saga rosiana do sertão(2008) e A geopoética de Euclides da Cunha (2009), além de Ficção e verdade: diálogo e catarse em Grande sertão: veredas, publicado em 1978 pelo Clube de Poesia de Brasília. Professor e ensaísta, Ronaldes também escreve poesia, cultivando um gênero próprio que denomina epilírica. Publicou Ensaios de poética e hermenêutica pela Oficina Raquel.

Sebastião Edson Macedo nasceu em Floriano, interior do Piauí, em 1974. Publicou para apascentar o tamanho do mundocego puro sol (Rio de Janeiro: UFRJ/FL, 2004) e As medicinas.

Tânia Sarmento-Pantoja possui graduação em Letras pela Universidade Federal do Pará (1995), mestrado em Letras pela Universidade Federal de Pernambuco (1999) e doutorado em Estudos Literários pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (2005). É professora efetiva da Universidade Federal do Pará atuando na Graduação, no Programa de Pós-Graduação em Letras e no Programa de Pós-Graduação Linguagens e Saberes da Amazônia, ambos da Universidade Federal do Pará. Tem desenvolvido pesquisas sobre narrativas literárias brasileiras e portuguesas, desenvolvidas na contemporaneidade, atuando principalmente nos seguintes tópicos: narrativa pós-ditatorial, narrativa de resistência, romance histórico contemporâneo de língua portuguesa. Tem trabalhos publicados em revistas acadêmicas e livros e organizou, em co-autoria, o livro Multiplicidades do discurso e a antologia de análise literária e estética Memórias do presente.

Tatiana Pequeno nasceu no Rio de Janeiro, em 1979, sob o signo de Sagitário. É professora de Literatura, bacharel e mestre em Letras pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, onde se doutorou, em 2011, com tese sobre a escritora portuguesa Maria Gabriela Llansol. Leciona na Universidade Federal do Recôncavo da Bahia. Publicou Réplica das Urtigas, seu livro de estreia, pela Oficina Raquel.

valter hugo mãe nasceu em Saurimo em 1971. Licenciado em Direito, pós-graduado em Literatura Portuguesa Moderna e Contemporânea. Publicou três romances: o apocalipse dos trabalhadores (2008), o remorso de baltazar serapião, Prémio José Saramago (2006) e o nosso reino (2004). A sua obra poética conta com mais de dez títulos, revistos e reunidos no volume folclore íntimo, de 2008. É vocalista do grupo musical Governo (www.myspace.com/ogoverno) e esporadicamente dedica-se às artes plásticas. O quinto volume da coleção Portugal,0, dedicada à poesia contemporânea portuguesa, traz uma seleção de seus poemas.

Virginia Boechat é Doutora em Literatura Portuguesa pela Faculdade de Filosofia, Letras e CIências Humanas da USP, tendo defendido tese sobre Sophia de Mello Breyner Andresen em 2011. É Mestre em Estudos de Literatura pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, com dissertação sobre Sophia de Mello Breyner Andresen e a literatura de viagens do século XVI, defendida em 2004. Publicou, seu livro de estreia, Prelúdio para arco e flecha, pela Oficina Raquel.


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